Cyndi Lauper na luta contra discriminacao dos jovens LGBT

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Cyndi Lauper visitou o Congresso Americano nesta quarta-feira, para reivindicar pelos direitos dos jovens desabrigados, um problema que ela mesma enfrentou, e a levou a co-fundar a Fundação True Colors (nome de sua clássica música que virou um hino LGBT). A cantora pop e a senadora Susan Collins discutiram especialmente os esforços para ajudar os desabrigados gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros, que compõem cerca de 40 por cento de todas as crianças de rua, de acordo com a True Colors. O problema é agravado pelo fato de que abrigos, às vezes, fazem os jovens irem embora, especialmente aqueles que são transgêneros, disse Lauper, segundo reportagem do site do The New York Times.

Collins disse que poderia ser fixada uma exigência, a abrigos que receberam ajuda federal, para que eles aderissem a uma política de não discriminação, e disse que essa era uma disposição de um projeto de lei para reautorizar a Lei dos Jovens Fugitivos e Sem-teto, que expirou em 2013. O problema, Collins disse, era “confusão” sobre partes da alteração da emenda de lei, e apontou que o Departamento de Justiça já previa essa proteção. “Então, o que devemos fazer?”, perguntou Lauper. “Continue pressionando”, Collins respondeu, agradecendo o esforço da premiada cantora.

 

4e

A noite de Sábado 14 de maio foi especial

A cantora foi responsável pelo encerramento dos shows durante a abertura da exposição Women Who Rock: Vision, Passion and Power (Mulheres do Rock: Visão, Paixão e Poder), no Rock and Roll Hall of Fame and Museum (Museu do Rock and Roll), na cidade de Cleveland/Ohio, nos Estado Unidos.

O show beneficente It’s Only Rock And Roll recebeu ícones do pop rock feminino americano, como Wanda Jackson, Mavis Staples, Darlene Love e Ronnie Spector.Na noite em homenagem as mulheres, ainda participaram os cantores Curt Smith (da banda Tears for Fears) e Chuck Jackson.

Antes de Lauper, com exceção de Ronnie Spector, todos os artistas se apresentaram com sets de três a quatro canções. Staples contou com Lauper como convidada especial nas músicas The Weight (vídeo abaixo) e I’ll Take You There. Com participação da banda que a acompanha na turnê Memphis Blues, e vestida de couro preto, Cyndi Lauper cantou seus maiores sucessos e o blues Down Don’t Bother Me, do último disco lançado.

Em Girls Just Want to Have Fun a roqueira chamou ao palco Darlene Love, Mavis Staples e a convidada surpresa Ronnie Spector. True Colors encerrou o show com Lauper a frente do paco acompanhada do dulcimer.

Cyndi Lauper visita exposição do Hall da Fama nos EUA

A exposição dedicada as mulheres na música Women Who Rock: Vision, Passion and Power abriu para visitação ao público nesta sexta-feira (13 de maio), em Cleveland/Ohio, nos Estados Unidos.Cyndi Lauper, uma entre as mais de setenta mulheres que são destaque na exposição, compareceu na abertura do evento.

Vestida de preto, Lauper fotografou ao lado das cantoras Marlene Love e Wanda Jackson, e conferiu os souvenirs dispostos.A exposição que ocupa dois andares do Museu do Rock and Roll vai permanecer aberto para visitas desde 13 de maio de 2011 até 26 de fevereiro de 2012.

Neste sábado (14) Lauper se apresenta ao vivo no palco do Museu da Fama, em show beneficente para o Mulheres do Rock: Visão, Paixão e Poder.

Cyndi Lauper Grava Altas Horas na TV Globo

Reportagem da Eco (Globo.com)

Usando um decote generoso em um sóbrio terninho, a cantora americana Cyndi Lauper gravou o programa “Altas Horas” nesta segunda, 21, em São Paulo. Ícone pop dos anos 80, a loira está no Brasil para divulgar seu novo trabalho, “Memphis Blues”, uma releitura em ritmo de blues de seus hits. “Comecei cantando Janis Joplin, estou voltando às origens”, explicou ela durante o programa de Serginho Groisman, exibindo um penteado pra lá de moderno.

Famosa por seus cabelos coloridos, Lauper deu risada ao ver no telão imagens de diversos looks que teve ao longo da carreira, surpreendendo-se com foto da fase ruiva. “Me diverti demais com este cabelo, mas o amarelo é meu favorito. Tive cabelos de diversas maneiras, sempre dependendo do que eu queria passar. Engraçado como a moda vai e volta e as pessoas riem disso depois”, falou.

Elogiada e apontada a todo momento como ídolo pela platéia – formada em sua maioria por adolescentes -, Cyndi falou da alegria de ver seu trabalho admirado por pessoas das mais variadas idades. “Música passa de geração para geração. Eu mesma sou uma pessoa que também foi influenciada por outros cantores de gerações anteriores, e espero que não tenha bagunçado a cabeça de vocês com minha música”, disse.


A cantora ainda revelou a fórmula de uma carreira de décadas. “Me disseram, logo que comecei, que minha música devia ser descartável, mas eu disse não. Depois do primeiro sucesso, pensei que não faria outros sucessos, que seria difícil continuar no topo. Mas tive que continuar, pagar minhas contas… E as coisas são assim: depois o sucesso veio. Isso porque nunca fiz músicas que fossem descartáveis”, detalhou, comparando-se com ídolos teens da atualidade. “Só o tempo vai dizer se este tipo de arte deles vai continuar”, emendou, se referindo a artistas como Lady Gaga, Katy Perry e Justin Bieber.

Atenta às entrevistas com os outros participantes do programa – o músico Lobão, a atriz Alice Braga e o comediante Bruno Mazzeo -, a cantora se mostrou divertida e simples, a ponto de se sentar ao lado de fãs na platéia, e até opinar sobre sexo durante o quadro do tema. “Existe camisinha feminina! Se prevenir contra a Aids também está nas mãos das mulheres”, ensinou, revelando detalhes da sua intimidade quando o assunto foi sexo aos 9 meses da gestação. “Eu até que tentei, mas não deu…desculpa!”, declarou, as risos.

Cyndi também contou que foi o seu marido, o ator David Thorton, que a ajudou a preparar seu papel na série “Bones”. “Eu não sou boa como essas atrizes, mas comecei o seriado para fugir um pouco da música, que estava me deixando louca”, justifica, apontando para Alice Braga. “Quando me chamaram, pensei que fosse uma comédia, mas depois vi que a coisa era séria. Então pedi ajuda para o meu marido para compor o personagem”, completa. Sem pretenção de uma trajetória de sucesso como atriz, ela comparou os dois tipos de trabalho. “O script tem ritmo, assim como a música. Por isso gosto de lê-lo, já que sou apaixonada por ritmo. Aliás, gosto da língua portuguesa, do ritmo com que vocês brasileiros falam”.

Depois de cantar três músicas no palco do “Altas Horas”, de dançar, tocar instrumento e até fazer uma performance no chão, Cyndi contou sobre a origem das letras das suas composições. “Venho de uma família italiana, de um contexto em que a mulher era reprimida e pouco se divertia. Então saí do ventre com luvas de boxe, pronta para lutar pela mulher. Minha mãe e avó, que estão lá no céu, sabem do que estou falando”, explicou. “Mas mesmo quando toco minhas clássicas, tenho em mente que vale o momento atual, e que minha música é aqui e agora, não na década de 80”, completou, arriscando umas palavrinhas em português.

Making Off do Memphis Blues

O video de gravacao do making off do album Memphis Blues foi finalmente postado no Youtube. Segue abaixo um otimo video de Cyndi durante o trabalho realizado na cidade de Memphis.

 

Cyndi vs Lady Gaga no Super Trash

A Trash 80’s expande seus horizontes com mais uma edição de sua festa especial SuperTrash que acontecerá desta vez no Vegas Club, na região do Baixo Augusta, nesta sexta-feira, dia 06 de agosto. A noite celebra duas décadas de música extremamente pop, com um divertido confronto encabeçado por ícones da extravagância: Cyndi Lauper – representando os anos 1980 , contra Lady Gaga, rainha ultra moderna da música pop atual. Elas batizam pistas distintas.

O “Cyndi Floor” com seus hits da década perdida e ecos dos anos 1990, tomam conta do basement, a pista no piso inferior do Vegas. Já o lindo lobby do Vegas é “assinado” como “Gaga Floor” e os DJs tocam apenas hits pop atuais, remixados e em versões bem dançantes. No palco do lobby, a versão brasileira da Lady Gaga faz show especial com seus bailarinos, enquanto os “rivais” armam performance surpresa para “Girls Just Wanna Have Fun” de Lauper.

Sobre o Vegas ClubFamosa casa de rock e música eletrônica da Rua Augusta, que atrai público moderno e descolado. Localizado em região boêmia de São Paulo, o Vegas segue um estilo de decoração kitsch, com referências visuais a cassinos e cabarés. O ambiente conta com bar e pista na parte superior, com palco para apresentações ao vivo e lounge com sofás, além de uma segunda pista no subsolo.

Sobre a Trash 80’sCheia de irreverência, há oito anos a Trash 80’s emplaca festas semanais recheadas com os hits da década de 1980 e pitadas do pop de ontem e de hoje. Os ícones dessa geração são lembrados em performances e tributos, sempre com a participação do público. Dezenas de artistas já se apresentaram em seus palcos ou como DJs especialmente convidados.

Em 8 anos, foram realizadas mais de 1000 edições, entre as semanais que acontecem no centro de São Paulo e no bairro Vila Olímpia, além de datas em outras cidades brasileiras e festas especiais na Espanha.A Trash 80’s é referência de noite alto-astral e de diversão garantida. A imprensa sempre dá destaque especial às suas empreitadas, com ampla cobertura.

Serviço:
Quanto: R$ 30. Com reserva, R$ 25 até as 3h.Para reservas, envie e-mail para reserva@trash80s.com.br até as 16h do dia da festa ou acesse www.vegasclub.com.br, e inclua os nomes na opção “Seu Nome na Lista”. Reservas sujeitas a disponibilidade.Informações: (11) 3262-4881 ou contato@trash80s.com.br / www.supertrash.com.brVegas Club – Rua Augusta, 765 Consolação – Tel: 3231-3705 – Aceita dinheiro e cartões Visa e Master (débito e crédito). Não aceita cheques.
Fonte:  Super Trash: http://bit.ly/9my6We

Memphis Blues No Topo das Paradas pela 4º Semana

O álbum Memphis Blues continua firme no topo da parada de música blues da revista Billboard pela quarta semana consecutiva, e ainda se mantém nas paradas Independent Albums e Billboard 200. O novo disco de Cyndi Lauper foi lançado dia 22 de junho nos EUA e Canáda e para promovê-lo, Lauper agendou 38 shows para a turnê e ainda diversos programas para televisão e rádio.

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Cyndi Compara Beyoncé com Tina Turner

Cyndi Lauper está lançando seu 11º álbum de estúdio e voltando ao ritmo que lhe incentivou a cantar. Memphis Blues é uma virada na carreira da cantora que, a essa altura, pode se reinventar e fazer o disco que bem entender. Para isso, ela deixou a gravadora Sony e foi lançar seu álbum pela Downtown.

Em entrevista exclusiva ao Terra, Cyndi falou sobre blues e Beyoncé. Para ela, a nova diva lembra Tina Turner ainda jovem. Sobre Memphis Blues, ela contou como foi o processo de produção e a possibilidade de voltar ao Brasil.

Terra – Após 27 anos de carreira e 11 álbuns o que um novo disco representa para você? O quanto ele pode ser importante?
Cyndi Lauper – Para mim, a coisa mais importante é ser capaz de fazer música, discos. Sem isso, acho que morreria. Emocionalmente, eu me expresso através da música e isso tem um significado enorme.

Você afirmou em uma entrevista que pretendia fazer Memphis Blues desde 2004. Porque demorou tanto para produzi-lo?
Eu queria fazer um registro de blues enquanto ainda estava na Sony, mas eles não estavam muito interessados na ideia. Jeff Beck e eu queríamos fazer um disco de blues juntos e Donnie Lenner, presidente da gravadora nos Estados Unidos, respondeu “de jeito nenhum”. Uma loucura, não?

Qual a sua inspiração para Memphis Blues?
Vou contar uma história engraçada. Muddy Waters disse uma vez que se o blues tivesse um filho, seria o rock’n’roll, e isso é totalmente verdade. Blues é a base de todos os gêneros populares de música, não só rock, mas r&b e até o pop e este é um estilo que sempre amei ouvir estudar.

Qual é a sua relação com a cidade de Memphis? Afinal, ela dá nome ao disco.
Eu queria fazer um disco em uma cidade americana que fosse famosa pelo blues e os músicos com os quais queria trabalhar estão todos lá, até meu produtor. Achei que seria mais fácil trabalhar lá, e acabou sendo uma escolha fácil no fim.

Você também, afirmou que gostaria de “voltar e reaprender”. O que você achou nesta volta e o que reaprendeu?
Eu sinto que redescobri minha voz. Eu adoro cantar este tipo de música e foi divertido explorar minha voz desta maneira.

Memphis Blues é um álbum diferente na sua trajetória. Quais são suas expectativasa em relação à mídia e a aceitação do trabalho?
Espero que as pessoas gostem! Nós gostamos de fazê-lo…

O que você acha das novas divas pop, como Rihanna, Beyoncé e Lady Gaga?
Elas são todas boas, cada uma a sua maneira. Meu filho é fã de Rihanna, eu amo Beyoncé, que é uma boa performer e cantora – ela me lembra Tina Turner ainda jovem. E Lady Gaga é uma ótima compositora e artista, provavelmente louca por moda e por história da moda como eu.

E o que você acha de música brasileira?
Eu amo música brasileira. Acho que é um dos ritmos que, em qualquer lugar, você tem noção do que é a cultura e o povo brasileiros.

Há alguma chance de você voltar ao Brasil?
Sim. Estamos trabalhando nisso agora. Talvez no fim do ano ou no início do ano que vem eu estarei aí.

Artigo da Redacao do Portal Terra.